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quarta-feira, 30 de março de 2011

O dia a dia no Parque Gráfico

Por Diego Fernandes e @Maria Alice

Dos 36 novos estagiários a turma 2011, dois – Diego Fernandes Vogel e Maria Alice Oliveira - trabalham no Parque Gráfico, aquele espaço na rodovia Washington Luiz, de arquitetura peculiar, composto por rotativas, máquinas, papel e tinta.

Mas, afinal de contas, como será o dia a dia desse que é um universo paralelo à rotina dos demais profissionais da Infoglobo?

– Estou estagiando no setor de Engenharia Mecânica, uma área importante para impressão dos jornais, pois os equipamentos precisam estar sempre prontos para atender a demanda. O volume é alto, e a produção não para – conta Diego, que se diz mais do que orgulhoso de ter que subir e descer a serra de Petrópolis todos os dias para trabalhar – Está sendo uma experiência incrível, pois estou aprendendo muito.

Já Maria Alice, que mora perto do PG e sempre teve curiosidade de conhecê-lo, está estagiando na área de Importação. Ela acompanha visualmente o processo de produção do jornal, desde a aquisição do papel, até o armazenamento das incontáveis bobinas – o insumo mais importante da empresa.

– Também observo a parte de manutenção de equipamentos de impressão. O ritmo diário é bastante acelerado, pois é lá que tudo
começa a se concretizar, as ideias se tornam visíveis e a informação é
distribuída para milhares de pessoas – conta.

Apesar da localização, se engana quem pensa que os dois levam uma rotina solitária lidando com máquinas e rotativas inteligentes.

- No dia a dia de cada um, nada melhor do que pessoas amigas e receptivas para que o ambiente de trabalho seja agradável e as tarefas possam sair com qualidade e dedicação, contribuindo assim
para o crescimento da empresa – afirma Diego, que completa - Conversar com gente com 20, 25 anos de empresa é muito estimulante, pois você vê que eles contam suas histórias sorrindo e transparecem muito orgulho de permanecerem na empresa todos esses anos.

Maria Alice concorda.

- As atividades muitas vezes são longas, mas acabam sendo prazerosas por poder trabalhar em uma equipe unida e descontraída, como a de Compras.

sábado, 19 de fevereiro de 2011

Da rotativa ao papel

Por @DiegoVogel, Isis Lemos, @MariaAlice e @ThiagoJansen

Tablets, e-readers e smartphones ganham cada vez mais espaço em nossa sociedade, mas não tem jeito: o papel continua aí, firme e forte. E foi justamente pra entender como a Infoglobo consegue transformar informação em papel, que #nósestagiários participamos na quinta-feira (10), último dia de nossa Semana de Iintegração, da tradicional visita ao Parque Gráfico da empresa, no qual são impressos os jornais Expresso, Extra e O Globo.

Inaugurado em janeiro de 1999, o PG ocupa uma área de 175 mil m², à beira da rodovia Washington Luís, na altura do município de Duque de Caxias. Maior parque gráfico da América Latina, ele é um edifício industrial com forte apelo arquitetônico: sua estrutura se apoia em 22 colunas metálicas dispostas em alturas e ângulos de inclinações variáveis, e sua cobertura branca sugere ao observador o movimento de um papel passando por uma rotativa industrial.

Felizes como crianças em passeio escolar, rumamos para o PG em duas vans. Tivemos nosso café da manhã e, logo em seguida, uma rápida palestra com o surpevisor André Ferreira sobre o funcionamento daquele universo. Depois, partimos para a visitação, onde esbarramos com robôs gigantes, esteiras quilométricas e bobinas de papel com cerca de 1 tonelada cada.

No setor de Pré-impressão, tivemos a oportunidade de conhecer o Supervisor de pré-impressão Marcos Dantas, o Marquinhos, que trabalha no PG há mais de 40 anos. Ele nos contou um pouquinho sobre as mudanças que ocorreram no Parque após a automatização. Foi muito legal ver uma pessoa que não é da Geração Y lidando com máquinas, computadores e admitindo o quanto estas facilitaram o seu trabalho.

Para os estagiários Diego Vogel e Maria Alice, a visita foi importante para conhecer seu futuro local de trabalho. Para os demais, foi a oportunidade de entrar em contato com um universo muito importante da INFOGLOBO que acaba ofuscado pela distância.

segunda-feira, 31 de maio de 2010

Livre Acesso no PG

Por Daniele Barbosa

Uma das iniciativas em curso no Parque Gráfico é o Projeto Acessibilidade, que consiste em adequar o acesso com rampas, sinalização nos pisos para cegos, sinais luminosos para os surdos e vaga de estacionamento especial.

Além dessas adaptações físicas, também estamos em busca de possíveis profissionais para compor nosso quadro de funcionários através do Programa Livre Acesso. À frente desse projeto, temos o técnico em Mecânica Matheus Costa, contando com a ajuda de Paula de Oliveira e Fátima Ferreira (ambas da área de Projetos e Processos), Guilherme Oliveira (RH) e Daniele Barbosa (Manutenção Mecânica).

Para nos auxiliar, contamos com os serviços de consultoria prestados pelo IBDD (Instituto Brasileiro dos Direitos da Pessoa com Deficiência), que nos forneceu um relatório apontando as adaptações físicas necessárias para que o PG se torne acessível. No futuro, eles voltarão a avaliar qual tipo de deficiência cada área comporta, sem trazer danos ao futuro funcionários e à INFOLGOBO.

No último dia 25/3, o funcionário Thiago Rodrigues Machado (clique aqui para conhecê-lo) esteve no PG. A finalidade da visita foi estudar quais as dificuldades que um portador de necessidades especiais encontra na locomoção em nosso ambiente de trabalho.

O aprendizado dos envolvidos no projeto é imensurável. “Nosso objetivo é sensibilizar toda a equipe, diminuir o preconceito que ainda existe em torno das pessoas com deficiência e, assim, fazer com que eles se sintam mais acolhidos e bem recepcionados”, resume Matheus Costa.

Leia também:
Uma mãe especial (em pdf)

quinta-feira, 27 de maio de 2010

Olimpíadas do Parque Gráfico

Por André Brito e Ricardo Casanova

Desde o dia 11/5, sempre as terças-feiras, a partir da 19h, estão sendo realizados “peladões” no campo do Parque Gráfrico da INFOGLOBO. Que os peladeiros são excelentes profissionais em suas áreas - Suprimentos, Impressão, Planejamento e outras -, ninguém tem dúvida. Já no futebol...

Tudo começa com o Joseilson (coordenador da Expedição) e o PC (coordenador da Eletrônica), que arrecadam R$ 10,00 de cada um dos interessados em participar da pelada. Depois disso, é só alegria, churrasco, refrigerante, futebol e muita risada. Este último ingrediente é o que não falta entre os participantes, principalmente durante os jogos.

A princípio, os times são o Quiet Ruim, formado pelos que trabalham no Quiet Room, e o Sofrimentos, composto pela equipe da área de Suprimentos. A formação em campo são cinco jogadores na linha e um no gol, que formam três times, cada um com uma cor de colete: azul, amarelo e vermelho. No entanto, no fim das contas ficam todos misturados.

A 3ª rodada, realizada na última terça-feira (25/5), foi bem divertida. Depois de alguns minutos, já apareceram aqueles jogadores masi "técnicos”, que falam, gritam e reclamam em campo, como se fossem os próprios treinadores do time - o que tornou o jogo ainda mais engraçado!

Os jogadores que foram se machucando ou perdendo o fôlego, o que geralmente ocorre em ordem decrescente de idade (a faixa etária vai de 20 a 60 anos), abandonam a pelada e logo iam em direção ao cheirinho do churrasco, feito pelo camisa 10, Joseilson, que dessa vez preferiu ficar apenas preparando as carnes e o camarão.

Depois da pelada, muito bate-papo e churrasco

Após duas horas de futebol, todos já estavam ofegantes na área do churrasco, atacando os quitutes prontos e batendo um papo descontraído. Contamos também com a participação feminina. Apenas uma, Clarissa, engenheira que atua no PCP. A única líder de torcida nem olhou para o futebol, mas esteve presente mesmo que apenas apreciando o churrasco.

Essa iniciativa está sendo bem proveitosa para descontrair o estresse do trabalho durante a semana e conhecer melhor os colegas de trabalho nas horas de lazer, o que cria um bom relacionamento no ambiente de trabalho. Além de ser uma forma de exercitar o corpo, manter-se em forma e, assim, em dia com a saúde.

sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010

Ele fez história na INFOGLOBO

Na última quarta-feira (24/2), foi realizado no Parque Gráfico da INFOGLOBO o Prêmio Prensa Gutemberg 2010. Além de premiar os funcionários que mais se destacaram em suas áreas, o evento homenageou o gerente geral do PG, Arnoldo Fairbairn, que está se aposentando depois de 19 anos na empresa (veja as fotos na Intranet).

Confira a entrevista que fizemos com ele:

André Brito (PCP): Fale brevemente sobre sua trajetória antes de ingressar na INFOGLOBO.

Arnoldo: Trabalhei na Editora Abril, em São Paulo, no Grupo LTB, no Rio, e na Casa da Moeda, sempre atuando na área industrial.

Você sai com o sentimento de missão cumprida ou ainda ficou algo a ser feito dentro da empresa?

A: Saio com o sentimento de missão cumprida, sabendo que o grupo que fica tem plena capacidade de realizar um trabalho excelente.

Daniele Barbosa (Manutenção Mecânica): Qual foi o momento mais marcante que viveu durante esses 19 anos de INFOGLOBO?

A: Certamente foi o dia da inauguração do PG, em 13 de janeiro de 1999.

Qual o maior legado que você deixa para empresa?

A: O maior legado, na minha opinião, é o eterno compromisso com a qualidade do produto entregue ao nosso cliente.

Átila (Manutenção eletro-eletrônica): Qual é o segredo de uma carreira tão bem sucedida?

A: O segredo é a dedicação e o comprometimento.

Qual é o balanço que você faz dessas quase duas décadas de empresa?

A: É um balanço muito positivo. Juntamente com uma equipe de colaboradores que sempre me apoiou, consegui alcançar resultados bastante positivos.

Luiz (Distribuição): Deixe um conselho para os outros funcionários.

A: Trabalhar arduamente e com perseverança.

Faça uma pequena análise da INFOGLOBO e do mercado de comunicação nos últimos anos.

A: O mercado vem mudando com muita velocidade. A grande virtude da INFOGLOBO acompanhar essas mudanças com extrema competência.

Tatiana (Suprimentos): O que, em especial, você acredita que sentirá mais saudade quando se lembrar da sua jornada na INFOGLOBO?

A: Das pessoas e das máquinas.

Rossi (Manutenção Eletro-eletrônica): Quais são seus planos para esse novo momento de sua vida?

A: Quero me dedicar ao conhecimento da música, aos familiares e, de vez em quando, prestar um serviço de consultoria na área industrial.
Ricardo (Engenharia de Processos): O que você falaria ou qual dica daria para os que estão começando agora, como nós, estagiários?

A: Procure conhecer, como ninguém, os processos da empresa. Faça relatórios e proponha aperfeiçoamentos e melhorias nos processos. Abraço a todos e boa sorte!

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010

Visita ao Parque Gráfico

Por Bruno de Góes e Manuella Lopes

No dia 4 de fevereiro, em três vans bastante animadas, os novos estagiários foram visitar o Parque Gráfico. Localizada na rodovia Washington Luís, no município de Duque de Caxias, a verdadeira fábrica dos jornais O GLOBO, EXTRA e EXPRESSO dispõe de tecnologia bastante avançada e reúne as máquinas que formam o maior complexo de impressão da América Latina. Inaugurado em 1999 pelo então presidente Fernando Henrique Cardoso, o Parque possui uma área de 175 mil m². A perspectiva, à primeira vista, é de algo grandioso. A arquitetura denuncia, logo de cara, um local em que a simplicidade passa longe: 22 colunas de aço podem ser vistas sustentando um teto em posição inclinada.

Carlos Vaz, de 56 anos, Coordenador de Pré-Impressão da INFOGLOBO, guiou os iniciantes pelo interior da incrível obra de engenharia. Vaz, que nas horas vagas cuida de um jornal virtual de rock progressivo segundo o PLANETA GLOBO, diz sobre o funcionamento da gráfica:
- Aqui, são precisos 550 funcionários trabalhando em 3 turnos. As máquinas são feitas para rodar o tempo todo e devem sempre estar em atividade. Essa máquina, imprimindo pouca coisa, só geraria prejuízo.

O coordenador ainda explicou os processos da impressão Offset , realizada de forma indireta. Cilindros de borracha bem ajustados são prensados e girados contra placas de alumínio especiais, também envoltas em cilindros. O alumínio propicia a repulsão entre água e gordura, em que a tinta se mantém em um lugar fixo, podendo ser passada para a borracha, e posteriormente para o papel.

Segundo Manuella Lopes, estagiária de Engenharia de Produção da UFF, “o fascínio tomou conta de todo mundo e a vontade de registrar o que víamos ficou claro. Tanto é que foi feita uma sessão de fotos. Coitados dos dois rapazes que estavam na frente da entrada, esperando por algo, que acabaram tendo que dar uma força como fotógrafos (foto abaixo)”.